DOIS ANOS DE MAXI ARAÚJO: DE “DESCONHECIDO” A ÍDOLO DE ALVALADE

Há dois anos, muitos questionavam a contratação. Hoje, poucos imaginam o Sporting sem Maxi Araújo.
Quando chegou a Alvalade, não faltaram dúvidas. Houve quem criticasse o investimento, quem perguntasse porque não se apostava mais na formação e quem visse Maxi apenas como mais uma contratação.
Dois anos depois, a história é bem diferente.
Maxi Araújo tornou-se um dos jogadores mais acarinhados pelos sportinguistas. Pela raça. Pela intensidade. Pela entrega. Pela forma como disputa cada lance. Pela dedicação diária e, acima de tudo, pela maneira como representa o Sporting dentro e fora do relvado.
Hoje, é também um dos jogadores leoninos com maior cotação de mercado e um dos nomes que mais consenso reúne entre os adeptos.
E há algo que merece ser dito:
Mérito do Maxi.
Mérito de Rui Borges e dos treinadores que confiaram nele.
Mérito da estrutura.
E sim, mérito da Direção por ter acreditado no jogador quando muitos ainda duvidavam.
Porque é fácil elogiar depois de o jogador se afirmar. Mais difícil é ter convicção quando ainda ninguém sabe no que ele se pode tornar.
Dois anos depois, Maxi já conquistou títulos, viveu noites europeias inesquecíveis e tornou-se uma verdadeira referência dentro do grupo.
«Dois anos de verde e branco. Dois anos a ser Leão. E a mesma vontade de continuar a dar tudo por esta camisola.»
Que privilégio tê-lo de Leão ao peito.
E que venha mais uma sexta-feira para voltar a vê-lo em campo!



