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Bomba em Alvalade! Rescisão de Rui Borges entra em impasse, Sporting não chega a acordo e tribunal pode ser o próximo passo

O acordo entre Sporting e Rui Borges para a rescisão do contrato que ainda liga as duas partes até junho de 2028 está cada vez mais difícil. Apesar de já não orientar a equipa principal leonina, o treinador de 45 anos continua vinculado ao Clube e exige receber a totalidade dos valores previstos até ao final do contrato.

Segundo o jornal Record, as conversas prosseguiram nos últimos dias, mas sem qualquer entendimento. A administração do Sporting propôs continuar a pagar o salário de Rui Borges até o técnico encontrar um novo projeto profissional e assinar outro vínculo, cenário que foi recusado pelo mirandelense.

Rui Borges pretende receber todos os direitos correspondentes ao contrato ainda em vigor, num montante que ronda os 5 milhões de euros brutos. A posição do antigo treinador dos leões mantém-se firme e, perante a falta de aproximação entre as partes, não é expectável que exista uma cedência fácil de nenhum dos lados.

Nesse sentido, começa a ganhar força a possibilidade de o diferendo terminar por via judicial. Sporting e Rui Borges continuam a procurar uma solução, mas a distância entre aquilo que a SAD pretende pagar e aquilo que o técnico exige poderá precipitar um cenário de litígio caso não exista um entendimento.

A relação ficou também marcada pela forma como Rui Borges considera ter sido afastado – ainda que Frederico Varandas o tenha negado. O treinador terá sabido através da imprensa que a estrutura já mantinha contactos com Paulo Fonseca para o substituir e, posteriormente, foi convidado numa reunião da SAD a orientar ainda o Sporting frente ao Shakhtar, em Londres, possibilidade que acabou por recusar.

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