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Mariana Vieira da Silva reage às buscas e fala em medida “desproporcional”

Mariana Vieira da Silva considera desproporcionais as buscas feitas a autarcas do Partido Socialista (PS) e compara o caso à operação Tutti Frutti. O comentário da deputada socialista no programa Expresso da Meia-Noite surgiu depois de a Polícia Judiciária (PJ) também ter realizado várias buscas, denominadas “Operação Imergente”, incluindo na sede nacional do PS, relacionadas com uma operação em Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra.

Em causa está a adjudicação de contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia. Há cinco detenções e mais de 30 detidos.

A investigação terá como epicentro a junta de freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, anteriormente liderada pelo socialista Miguel Coelho, um dos visados nas diligências em curso, que suspendeu o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa.

Ainda na quinta-feira, um ano depois das eleições que reconduziram Luís Montenegro à liderança do PSD, a sondagem de maio do ICS e ISCTE para a SIC e o Expresso aponta para um resultado diferente: vitória do PS, mas impulsionada pelos pontos que a coligação PSD/CDS-PP perde.

No mesmo programa, Mariana Vieira da Silva afirmou que não deve haver uma nova crise política e acrescentou que, caso se realizassem eleições antecipadas, só beneficiariam o Chega.

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