Adriano Silva Martins arrasa Catarina Miranda: “Uma mulher traída não pode tudo”

Após ter revelado que Afonso Leitão recebeu os seus pertences “destruídos” e “completamente rasgados”, Adriano Silva Martins promoveu um debate em estúdio com o seu painel de comentadores.
No programa ‘V+ Fama’, transmitido no canal V+ TVI esta quarta-feira, 1 de julho, Guilherme Castelo Branco começou por esclarecer que a alegada atitude de Catarina Miranda “pode ser configurada como um crime de destruição de propriedade“.
O comentador desenvolveu a sua análise sobre as reações públicas que costumam rodear estes episódios. “Eu vejo muitas vezes as pessoas, quando reagem a traições, quando elas são públicas e há estes casos, vamos ver os comentários, as pessoas a falarem em geral, e há muita gente que quase que incentiva um crime por uma coisa que não é um crime. Às vezes falam em bater, às vezes falam que merecia uma tareia, seja o que for. Portanto, a pessoa não pode responder a uma coisa que não é configurada como um crime com um crime, não faz qualquer sentido. Portanto, ela não podia fazer isto. Fez, agora, se eles quiserem e se conseguirem provar, vai arcar com as consequências pelos atos que teve“, defendeu.
Guilherme Castelo Branco sublinhou ainda o peso das decisões tomadas por impulso. “As consequências dela são diferentes, porque enquanto o Afonso terá consequências na vida, não terá consequências legais, a Catarina poderá ter consequências legais. Portanto, as pessoas têm que pensar muito bem, eu sei que às vezes agem de cabeça quente, a pessoa está irritada, foi traída”, realçou.
A reflexão motivou uma intervenção de Adriano Silva Martins sobre a gravidade das ações. “Obviamente que as duas coisas não são comparáveis, porque um é um ato moral, com o qual nenhum de nós estará de acordo, a não ser que tenhas uma relação aberta, e outra é um crime“, partilhou.
O apresentador mostrou-se revoltado com o rumo que este tipo de situações costuma tomar. “E depois agora nós chegámos aqui a um ponto em que uma mulher traída pode tudo. Pode destruir a reputação do homem que a traiu, pode destruir-lhe a casa, pode destruir-lhe o carro, pode destruir-lhe o emprego, a sua imagem, pode tudo, uma mulher traída pode tudo. É um passaporte para que sejas uma criminal. E não pode!“, insurgiu-se em direto.
A posição foi imediatamente apoiada por Cláudia Jacques. “Não pode! Ninguém é de ninguém, como é que uma pessoa sente que isto é meu, se tu não és meu vou-te destruir. Isso não é possível“, rematou a comentadora.



