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Titularidade de Kaique frente ao Lens gera debate: Tomás da Cunha deixa crítica à decisão de Rui Borges

A titularidade de Kaique no encontro entre o Sporting e o Lens, para a Liga dos Campeões, está a dar que falar. O guarda-redes brasileiro foi lançado de início naquele que é o seu primeiro jogo de leão ao peito, numa partida europeia de grande exigência, e a decisão mereceu a análise de Tomás da Cunha.

T. da Cunha: “Talvez não fosse o melhor jogo para lançar Kaique”

“Talvez não fosse o melhor jogo para lançar Kaique”, começou por considerar o comentador, nas redes sociais, deixando dúvidas sobre a escolha para uma ocasião de tamanha responsabilidade. Ainda assim, o jornalista reconheceu que uma boa exibição do brasileiro poderá alterar o cenário na baliza leonina.

O analista acrescentou que, caso o guardião consiga corresponder às expectativas, ninguém vai se importar com a saída de Rui Silva – que foi associado ao Bayern. “Mas se faz uma boa exibição não há muitos motivos para prolongar Rui Silva”, escreveu.

T. da Cunha: “João Simões também foi vítima do sistema”

Tomás da Cunha abordou também a situação de João Simões, considerando que o jovem médio foi prejudicado pelo sistema tático utilizado. “João Simões também foi vítima do sistema, agora pode jogar numa posição mais confortável e usar o pé esquerdo para definir em último terço”, realçou.

Assim, além das dúvidas em torno da aposta em Kaique frente ao Lens, Tomás da Cunha deixou também uma reflexão sobre como o posicionamento de João Simões pode potenciar o rendimento do médio do Sporting. A partida começa às 17h45.

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