Jorge Coroado defende expulsão de jogador do FC Porto quando o jogo ainda estava 0-0: “Era vermelho direto”

A arbitragem do encontro entre o Porto e o Moreirense está a gerar forte polémica e contestação no futebol português. A análise dos especialistas da imprensa desportiva foi unânime em apontar falhas graves ao trabalho do árbitro António Nobre – o mesmo do Sporting – Vitória da época passada – e da equipa do VAR.
O lance mais controverso da partida ocorreu aos 17 minutos da primeira parte no relvado do Estádio do Dragão. O avançado William Gomes envolveu-se num lance com Francisco Domingues e projetou o braço contra o rosto do atleta do Moreirense.
Jorge Coroado, antigo árbitro português, considerou a abordagem do jogador portista uma conduta violenta e garantiu que o atleta brasileiro deveria ter sido expulso da partida. O ex juiz sublinhou que a projeção deliberada do cotovelo esquerdo impunha a exibição imediata do cartão vermelho direto.
Os restantes analistas do painel do jornal O JOGO também consideraram que existiu uma má decisão por parte da equipa de arbitragem no terreno de jogo, mas com uma punição menos severa. José Leirós e Fortunato Azevedo concordaram que o lance ficou em branco quando exigia a marcação de livre e o respetivo cartão amarelo.
A omissão de sanção disciplinar por parte de António Nobre acabou por perdoar o castigo ao futebolista do Porto ainda no primeiro tempo. A atuação do video árbitro Bruno Esteves voltou a ser alvo de duras críticas por não ter intervindo num lance considerado de conduta violenta.



