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VALPAÇOS: madrasta terá ligado ao pai da menina após o crime e mensagem está a chocar o país

Lara, de oito anos, foi morta às mãos da madrasta, Eulália Silva. O crime aconteceu esta quarta-feira, 17 de junho, em Valpaços, e a menina foi encontrada, na Serra da Padrela, com sinais de asfixia e a mochila da escola ao lado. Já na madrugada de hoje, a madrasta acabou por assumir o crime às autoridades e revelou o local onde tinha deixado o corpo.

Mulher alegou que menina tinha consulta médica para a conseguir tirar da escola

Segundo o Correio da Manhã, a pequena Lara tinha acabado de chegar à escola de carrinha escolar, quando a companheira do pai apareceu e alegou que tinha de levar a menina para uma consulta médica. O que se seguiu foi um desfecho trágico.

A principal suspeita já está detida e acabou por assumir que asfixiou a enteada para se vingar do companheiro, uma relação que já era marcada por conflitos e de quem já se tinha separado diversas vezes e reconciliado pouco depois. E foi ao pai de Lara que a mulher ligou, tudo indica depois de ter asfixiado até à morte a menina. “(…) Ela liga ao pai da menina a dizer que ia deixar a casa, ia embora e ele ter-lhe-á dito para ir de vez, nunca lhe passando pela cabeça que ela iria fazer mal à filha. Provavelmente já poderia ter feito mal à menina, visto que ela foi buscar a menina antes à escola alegando que a menina tinha uma consulta médica e depois pelas 11h é quando faz esse telefonema”, revelou o jornalista Francisco Manuel, na CMTV.

Quem deu o alerta às autoridades sobre o desaparecimento da menor foi o pai, quando se apercebeu de que a filha não tinha regressado da escola a casa. “Só ao final do dia, quando o pai chegou a casa, na aldeia de Celeirós, e falou com os pais dele, percebeu que a menina não tinha chegado a casa como habitualmente. Ainda a procuraram para ver se estava com alguma amiga e foi então que ele se dirigiu ao posto da GNR de Valpaços para dar o alerta, dizendo que a principal suspeita do desaparecimento seria a companheira, que reside em Macedo de Cavaleiros. E que poderia tratar-se de uma forma de retaliação para o assustar e para tentar melhorar a relação, até porque ela acusava-o de gostar mais da filha dele do que da filha dela”.

Já no final da noite de quarta-feira, 17 de junho, Eulália acabou por ser detida. “Pelas 23h00 foram os militares de Macedo de Cavaleiros foram a casa desta mulher e fizeram a detenção levando-a para o posto da GNR de Valpaços para ser inquirida pela Policia Judiciária. Já seriam 4h00 quando esta assassinada confessou o crime e depois indicou o local onde teria deixado o corpo”.

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