José Carlos Pereira quebra o silêncio sobre a polémica “Uber da Droga”: “Não fui…”

O escândalo rebentou no mundo dos famosos. A atriz Marta Gil, o ator e médico José Carlos Pereira e o judoca Jorge Fonseca viram-se envolvidos no processo ‘Uber da Droga’, por terem sido apanhados telefonemas entre o arguido Nuno Ricardo, condenado agora por tráfico de estupefacientes a uma pena de cinco anos e meio de prisão efetiva. A sentença, proferida no Campus de Justiça, em Lisboa, a 28 de maio, encerra um capítulo de uma rede que distribuiria substâncias ilícitas pela capital, tendo como clientes atores, um atleta olímpico, funcionários da TAP e concorrentes de reality shows.
O esquema funcionaria como um serviço de entregas personalizado, onde os pedidos eram feitos por telemóvel e as entregas combinadas em locais discretos. Entre o verão de 2023 e novembro do mesmo ano, Nuno Ricardo liderava esta operação que comercializava desde cocaína e MDMA até substâncias como cetamina, LSD e 2C-B.
Marta Gil foi intercetada em 11 chamadas ao longo de três meses, uma antes de ir para um festival de verão e outra no seu aniversário, por exemplo. Chamada a responder perante a justiça, a atriz negou qualquer compra, afirmando desconhecer as atividades ilícitas do “amigo”. Sobre a expressão quando referia que queria “aquele clássico”, a atriz explicou em tribunal que se referia apenas a “momentos em que precisava de desabafar”. Já à nossa/sua revista não se mostrou disponível para fazer qualquer esclarecimento, nem respondeu às chamadas e mensagem enviada pela nossa redação.
Já José Carlos Pereira foi apanhado a ligar ao cabecilha da rede enquanto ia na A5 para combinar um encontro, em setembro de 2024.



