Maria de Fátima revela o «pesadelo» vivido com António no Casados à Primeira Vista: «Quando eu utilizar esta parte da mão…»

Este domingo, dia 25 de outubro, foi transmitida a terceira Cerimónia de Compromisso do ‘Casados à Primeira Vista’, da SIC. Depois de Maria de Fátima e António se terem sentado frente a frente com os especialistas, a noiva acabou por desabar em lágrimas.
Ao ver a colega a chorar, Teresa pediu-lhe para ir lá fora consigo e foi aí que aconteceu uma confissão inesperada de Maria de Fátima. “Não sei se estou certa, mas tu não achas a parte sexual dele, que ele tenha medo? Que tu esperes isso dele e ele não consiga e, por isso, tenha medo? Que seja isso que o faz estar na retranca?”, questionou Teresa. E a noiva de António reagiu: “Não tem nada a ver”, disse.
“Não quero um homem violento”
Maria de Fátima acabou por expor alguns dos comportamentos do noivo que a desagradaram. “O outro dia, dentro de casa, deu-me um berro daqueles. Atirei com a carteira para cima da mesa e ele continuou e eu disse-lhe ‘não me berres, se faz favor, não me berres’. Isto reportou-me ao meu passado. Não quero um homem violento”, afirmou.
E continuou, revelando que o marido chegou mesmo a trancá-la fora do apartamento: “Quando falei com a Íris [da produção] e assim fiquei mais tranquila, voltei para casa [depois de sair para ir para a piscina], tinha a porta trancada! E eu bati, ia colocar o código, ele sentiu-me, veio abrir. Perguntei-lhe porque é que tem a porta trancada. ‘Era para eu saber, porque tu saíste sem dizer nada’, disse ele. ‘Mas a tua ideia em vir trancar a porta é outra’, respondi”, revelou.
“Sabes o que ele me disse? Tu não sabes aquilo de que eu sou capaz. Disse-me isso, eu desabafei isso com alguém, ele disse-me enquanto eu utilizo esta parte da mão, está tudo bem, quando eu utilizar esta parte da mão que é a coisa mais feia que eu tenho…”, contou.
Por fim, Maria de Fátima afirmou que pensa que António estará a ficar com “problemas”: “O que eu acho é que ele está a ficar com problemas de [cabeça]. Fixação, não fixa nada…”, disse.



