Ricardo Costa e Moga sentiram-se mal no Porto – Sporting, mas há quem diga que foi tudo invenção

André Villas Boas concedeu uma entrevista, onde abordou a relação do Porto com os seus principais rivais e voltou a criticar duramente o Sporting. O presidente portista falou do polémico clássico de andebol, alegando que tudo não passou de uma invenção do Sporting.
De recordar que o treinador dos leões, Ricardo Costa, e o jogador Christian Moga sentiram-se indispostos antes do início do encontro e tiveram de receber assistência médica. Também uma delegada presente no local necessitou de apoio dos bombeiros, o que levou ao atraso do jogo em cerca de 15 minutos.
A. Villas Boas: “Caso inventado pelo Sporting”
“O Sporting ultrapassou todos os limites do razoável. O Porto já deu todos os documentos bem sustentados ao Ministério Público, e o mais provável é acontecer um arquivamento desse caso inventado pelo Sporting. E, a partir daí, o Porto irá com tudo contra o Sporting”, disse ao jornal ‘O Jogo’.
Sobre a relação com o Benfica, o presidente portista destacou o respeito institucional existente entre ambos os clubes: “Houve mais exageros da minha parte, enquanto presidente do Porto, no sentido de Rui Costa, do que o contrário. Até já fiz recentemente um ‘mea culpa’. Tento retratar-me sempre que posso e faço-o novamente aqui. Há uma rivalidade histórica com o clube líder no número de campeonatos nacionais – não no número de títulos nacionais e internacional de futebol, que esse é nosso – mas que o Porto quer ultrapassar o mais rapidamente possível”.
Relativamente ao Clube de Alvalade, o líder azul e branco deixou fortes críticas à direção leonina: “A liderança do Sporting, neste momento, entra por um patamar de injúria, calúnia e vitimização com o Porto que nós não podemos tolerar. E, apesar de haver alguma unificação do ponto de vista estratégico sobre o que o futebol português precisa, a realidade é que, fruto dessa vitimização permanente, das calúnias, das injúrias que semanalmente invocam contra o Porto, não há relação possível, nem pode haver relação possível”.



