Depois de dizer que não tinha dinheiro para manter a mãe num lar privado, Carolina Ortigão é criticada por exibir luxo nas redes sociais

Carolina Ortigão deu que falar quando, no final de maio, se queixou em direto, no ‘Passadeira Vermelha’, da SIC, de não ter dinheiro para manter a mãe de 89 anos numa instituição privada.
Sem vagas na rede pública de lares de apoio a idosos, a mãe de Lourenço Ortigão deu conta do seu desespero perante as câmaras. “A minha mãe está numa instituição privada e o dinheiro está a acabar. Não tem, acabou. Literalmente acabou. E como é que é? Quem é que paga?”, questionou Carolina, que ainda há pouco tempo fora considerada “rica” pela colega de painel, a atriz Sara Norte.
Carolina admitiu que já se informou sobre as ajudas prestadas pela Segurança Social e até mesmo pela sua Junta de Freguesia. “Não consegues, porque todas as instituições do estado custam-te dois mil euros, ou então vai-te parar a Braga ou à Guarda. Eu não tenho onde pôr a minha mãe”, queixou-se.
“Eu não tenho como resolver, eu não sei como resolver. É desesperante. É fraldas, é remédios, é tudo. Eu não tenho como resolver”, lamentou ainda.
Ora um mês mais tarde, Carolina foi alvo de críticas nas redes sociais, ao anunciar que se tinha submetido a um procedimento estético ao rosto. Os internautas acusaram-na de gastar dinheiro no que consideram uma ‘superficialidade’ logo após se ter queixado de não ter dinheiro para a instituição da sua mãe.
E, agora, com a festa do 2.º aniversário do neto, Vicente – filho de Lourenço Ortigão e Kelly Bailey – as críticas voltam a repetir-se, e desta vez vindas de um conhecido rosto da TVI. A festa decorreu na nova mansão do casal e o assunto foi discutido num programa da estação de Queluz de Baixo.
“Eu acho impressionante este despropósito de caso, ainda por cima numa casa no Algarve, agora mais outra casa, tudo de alto gabarito e depois vêm-se queixar que não há dinheiro para deixar a avó no lar, que o dinheiro que acaba”, atirou Pedro Capitão, questionando o facto de, afinal, “existir luxo” para moradias e festas.
“Eu percebo o teu ponto de vista, mas como nós não sabemos o que é que se passa na família… O Lourenço e a Kelly têm todo o direito de ter as casas que quiserem, da maneira que quiserem, trabalham para ter dinheiro”, defendeu António Leal e Silva.



