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Teresa Guilherme quebra o silêncio e revela bastidores polémicos da TVI

Não é de hoje que a relação entre a rainha dos realities show e a Diretora de Comunicação e Entretenimento da TVI faz faísca. Teresa Guilherme faz questão de tecer duras criticas à namorada de João Monteiro sempre que o tema é: Cristina Ferreira.

Teresa Guilherme deixou a TVI em 2018, mas regressou dois anos mais tarde, a convite de Cristina Ferreira, para conduzir duas edições do Big Brother. No entanto, a experiência acabou por ficar aquém das expectativas. Em entrevista à Mega Hits, a apresentadora admitiu que trabalhar com Cristina Ferreira enquanto diretora “não foi uma experiência fantástica“. Confrontada por Flávio Furtado, a antiga apresentadora fez questão de esclarecer que as críticas não colocavam em causa o trabalho de Cristina Ferreira como responsável da estação. “Ela não foi uma má diretora no geral”, sublinhou a veterana da televisão portuguesa.

“Para mim, não foi fantástico, porque era muita pressão. Era muita exigência, no sentido de vamos fazer um programa assim, não, não era assim. Era o confronto. Eu senti naquela altura que o programa se estava a estragar”, explicou.

Quando questionada se não seria “igualmente exigente”, respondeu sem pudores: “Seria à minha maneira, só que a minha maneira era bem feito. Os programas, os formatos têm regras e essas regras são para seguir. E quando se tenta contornar as regras, isso acaba com um programa ou desgasta pelo menos”.

“Quando a Cristina me chamou, que foi ela que me chamou para ir apresentar este último Big Brother que eu fiz, sabe-se lá porquê… O que aconteceu é que chamou-me, mas depois não me deixou fazer”, contou e exemplificou: “Não me deixou ter confessionários, era só contrariedades e de uma forma muito agressiva. Agressiva no verbal, agressiva de ‘não, isso já não se faz assim, não, isso não sei o quê’. Ou seja, era desmoralizante”, explicou ainda.

Por fim, revelou que a sua ‘salvação’ foi o regresso ao teatro. “Eu lembro-me de pensar que ainda bem que eu na altura estava a fazer os Monólogos da Vagina porque estava no teatro, no Politeama, e eu sentia que quando ia para o teatro, que falava com o público, a minha alma saia de lá lavada, porque de resto era uma pressão negra”, rematou.

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